Terapia de Casal

Terapia de casal na Clínica Matriz, no Parque das Nações, Lisboa. Para casais com comunicação bloqueada, distância ou conflitos repetidos. Marque consulta.

A quem se destina

  • Casais com discussões repetidas ou dificuldade em comunicar sem tensão ou afastamento.
  • Distância emocional, perda de intimidade ou quebra de confiança na relação.
  • Desgaste associado à parentalidade, gravidez, pós-parto ou reorganização familiar.
  • Necessidade de compreender o que cada um espera da relação e que caminho faz sentido para o casal.

Como funciona

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    Ouvir o que vos trouxe

    A primeira sessão procura perceber o que cada um sente que está a falhar e o que espera do acompanhamento.

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    Compreender os padrões da relação

    O trabalho centra-se nas formas de comunicação ou afastamento que se repetem e em como cada um vive essas situações.

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    Clarificar o objetivo da terapia

    Este enquadramento ajuda a perceber se a terapia de casal faz sentido para o momento que vivem e com que objetivo pode ser trabalhada.

mais informações sobre terapia de casal

Há fases em que a dúvida não é apenas estamos numa má fase?, mas a nossa relação já precisa de ajuda?. Isso pode surgir como discussões repetidas, afastamento emocional, dificuldade em comunicar, quebra de intimidade, desgaste na parentalidade ou sensação de que o casal deixou de conseguir sair sozinho do mesmo ciclo.

A terapia de casal existe para ajudar a dar contexto a isso. O objetivo não é decidir quem tem razão, mas perceber o que está a acontecer na relação, que padrões se repetem entre vocês e se faz sentido trabalhar esse espaço em terapia de casal.

Quando pode fazer sentido marcar terapia de casal

Esta consulta pode ser útil quando a relação está sob pressão, quando os conflitos se repetem sem resolução ou quando existe distância emocional que o casal já não consegue enquadrar bem sozinho.

Pode fazer sentido marcar se sentem:

  • discussões frequentes que acabam sempre no mesmo ponto
  • dificuldade em comunicar sem tensão, defesa ou afastamento
  • sensação de distância, desconexão ou perda de intimidade
  • desgaste relacionado com parentalidade, gravidez, pós-parto ou reorganização familiar
  • impacto de uma crise, quebra de confiança, mudança importante ou transição de vida
  • dificuldade em alinhar expectativas sobre a relação, o dia a dia ou o futuro
  • vontade de perceber se ainda é possível reconstruir a relação com mais clareza

Mesmo quando não existe uma crise “grave”, a terapia de casal pode ser útil para perceber se o que está a acontecer é pontual, se há padrões que merecem atenção e que tipo de trabalho faz sentido neste momento.

O que esperar da primeira consulta

Quem procura terapia de casal muitas vezes chega com receio de que a sessão se transforme numa discussão mediada ou num espaço onde alguém vai ser declarado culpado. Na prática, a consulta serve para começar a perceber a dinâmica da relação com mais distância e mais estrutura.

O foco está em entender o motivo da marcação, o que cada um sente que está a falhar, que padrões de comunicação ou afastamento se repetem e que expectativa existe em relação ao acompanhamento. Esse primeiro enquadramento ajuda a perceber se a terapia de casal faz sentido para o momento que vivem e com que objetivo pode ser trabalhada.

Mais do que arbitrar conflitos, a consulta procura criar condições para olhar para a relação com mais clareza, menos ruído e maior capacidade de nomear o que realmente está em causa.

O que a terapia de casal vos ajuda a clarificar

Na prática, a terapia de casal pode ajudar a distinguir crises pontuais de padrões relacionais mais instalados, a perceber onde a comunicação falha, o que está a ser vivido de forma diferente por cada um e se ainda existe base para reconstrução, reorganização ou decisão mais consciente.

Na Clínica Matriz, a terapia de casal é realizada pela psicóloga clínica Mariana Estrela e pela médica psiquiatra Marta Lages Abrantes. Quando ajuda o contexto, este acompanhamento articula-se com outras áreas da clínica, como a psicologia perinatal ou a psiquiatria — particularmente relevante quando a relação está a ser afetada por gravidez, pós-parto ou desgaste emocional.

Para muitos casais, o principal ganho inicial não é “resolver tudo” de imediato. É conseguir sair do modo reativo e começar a perceber com mais clareza o que está a acontecer entre os dois.

Porque pode fazer sentido não continuar a empurrar com a barriga

É comum adiar este passo por vergonha, por medo de “dar demasiada importância”, por receio de que a terapia confirme o pior ou pela esperança de que o tempo resolva sozinho. Mas, quando os mesmos conflitos se repetem ou o afastamento aumenta, adiar tende a reforçar o desgaste.

Marcar terapia de casal não significa assumir que a relação está condenada. Significa aceitar que pode ser útil olhar para ela com mais honestidade, estrutura e ajuda, antes que o silêncio, o ressentimento ou o cansaço ocupem demasiado espaço.

Se sentem que a comunicação está bloqueada, que a relação está mais frágil ou que há temas importantes a repetir-se sem saída, a terapia de casal pode ser o ponto de partida para perceber o que faz sentido fazer a seguir.

Perguntas frequentes

Precisamos de saber exatamente qual é o problema para marcar?

Não. Muitos casais chegam sem conseguir nomear com precisão o que se passa — apenas com a sensação de que algo precisa de atenção. Perceber o que está em causa faz parte do trabalho inicial, e as primeiras sessões servem justamente para isso.

A terapia de casal só faz sentido numa crise grave?

Não. Para além de situações de crise, a terapia de casal pode ser útil quando há padrões que se repetem, distância que aumenta ou decisões importantes a tomar. Esperar que a situação se agrave não costuma tornar o trabalho mais fácil.

Quantas sessões costuma ser preciso?

Não existe um número fixo. O enquadramento e o ritmo do acompanhamento são definidos com a terapeuta nas primeiras sessões, a partir daquilo que o casal traz e do que faz sentido trabalhar.

O que dizemos nas sessões é confidencial?

Sim. O conteúdo das sessões é confidencial e coberto pelos deveres de sigilo dos profissionais que realizam terapia de casal, nos termos dos respetivos códigos deontológicos.